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Por controle orçamentário, Guti cria a Junta Financeira com quatro pastas

Antonio Boaventura - Do GuarulhosWeb    17/01/2017 12:04

 

Além de assumir o controle do município, Guti (PSB) também herdou do ex-prefeito Sebastião Almeida, antes do PT, uma dívida aproximada de R$ 4,5 bilhões. Como medida de contenção de gastos, controle e busca de alternativas para quitar este débito, o chefe do Executivo instituiu desde a última segunda-feira, 09, a Junta Orçamentária-Financeira, que tem como composição aa secretarias de Governo, Finanças, Assuntos Jurídicos e o departamento de Controles Internos.
 
Essa união tem como objetivo aprovar as cotas orçamentárias e financeiras dos órgãos, de forma a compatibilizar a liberação de recursos orçamentários à disponibilidade financeira da cidade, por fonte de recurso, além de acompanhar a execução orçamentária e deliberar sobre as propostas de alteração do orçamento, sem oferecimento de contrapartida de recursos orçamentários na mesma fonte, apresentadas pelos órgãos orçamentários, a serem submetidos ao prefeito.
 
Ela também terá participação efetiva na elaboração de propostas ou projetos de lei e emitir parecer sobre os mesmos, além de propor alteração da legislação referente a pessoal e de criação de cargos e empregos públicos, bem como sobre as propostas de abertura de concursos de ingresso ou de acesso, os expedientes que tratem de nomeação ou contratação de pessoal e outros que impliquem acréscimo de despesa de pessoal.
 
Já o prefeito Guti, via assessoria de imprensa, entende que esta proposta poderá trazer maior transparência nos processos administrativos do Governo Municipal. E que todas as propostas direcionadas de forma direta ou indireta serão avaliadas por Carlos Soler, secretário de Governo, João Carlos Panocchia, secretário de Assuntos Jurídicos, e Peterson Ruan, secretário de Finanças, antes de terem as devidas aprovações.
 
O mandatário ressalta que esta medida será benéfica para a população local, que terá uma gestão mais rigorosa e transparente dos tributos arrecadados pela Administração Pública. Ele destaca que dessa forma haverá um controle interno fortalecido antes de assumir despesas eventualmente postergáveis. Será uma medida preventiva e não corretiva.
 

 

 

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