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Habitação é grupo que mais contribui para aceleração do IPC-S, aponta FGV

Thaís Barcellos    17/07/2017 09:11

 


Por influência da aceleração do item eletricidade residencial (-3,98% para -0,72%), o grupo Habitação foi o principal destaque de alta em mais uma leitura do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), que passou de -0,18% para -0,05% da primeira para segunda quadrissemana de julho. Habitação subiu 0,17% após deflação de 0,29%.

Nos outros grupos que registraram aceleração no período, a FGV ressalta o comportamento de salas de espetáculo (0,15% para 1,42%), em Educação, Leitura e Recreação; e de pacotes de telefonia fixa e internet (-0,39% para 0,14%), no segmento de Comunicação.

Por outro lado, seguro facultativo para veículo (0,99% para 0,81%) contribuiu para a maior deflação do grupo Transportes, enquanto o item roupas (0,59% para 0,21%) deu alívio ao segmento de Vestuário. Além disso, cartório (0,96% para 0,39%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,08% para -0,19%) foram os principais responsáveis pela desaceleração de Despesas Diversas e Saúde e Cuidados Pessoais, respectivamente.

Em Alimentação, que manteve a queda de 0,44% na passagem da primeira para a segunda quadrissemana de julho, a principal influência de alta partiu do item frutas (-4,65% para -3,96%), enquanto o item laticínios (-0,33% para -0,75%) ajudou em sentido descendente.

As principais influências individuais de alta no IPC-S da segunda quadrissemana de julho foram: plano e seguro de saúde (apesar da desaceleração de 0,96% para 0,95%), passagem aérea (6,48% para 10,34%), taxa de água e esgoto residencial (mesmo com o arrefecimento, de 1,39% para 0,97%), aluguel residencial (a despeito do ligeiro alívio de 0,38% para 0,37%) e condomínio residencial (-0,34% para 0,59%).

Já as principais influências individuais de baixa foram: gasolina (mesmo com deflação menor, de -2,71% para -2,43%), batata-inglesa (-10,74% para -23,88%), etanol (apesar da aceleração de -3,75% para -3,61%), laranja pera (a despeito de a taxa maior, de -14,65% para -14,56%) e tarifa de eletricidade residencial (ainda que a queda tenha sido menos intensa, de -3,98% para -0,72%).

 

 

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