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Guarulhos 2040

Ernesto Zanon    18/08/2017 07:38

 

 
Durante fala diante de comissão do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em Washington, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira, o secretário da Sedceti, Rodrigo Barros, falou sobre o projeto “Guarulhos 2040”, que enfatiza uma mudança de cultura para tornar a cidade tecnológica e inteligente. Ele frisou as parcerias entre academia (universidades), iniciativa privada e governo, ressaltando o potencial do município nas áreas de transporte e logística, devido à presença do maior aeroporto da América Latina, e indústria farmacêutica. 
 
 
 
 
 
Investimento em saneamento
 
Já Guti, no início de seu discurso, enfatizou a necessidade que Guarulhos tem em receber investimentos para a área de saneamento básico. Ele citou que o Saae que está em fase final de negociações com a Sabesp, para a equalização das dívidas acumuladas nas últimas duas décadas pelas administrações anteriores. “O Saae é uma autarquia rentável se bem administrada. Porém, nos últimos anos não vinha pagando nem as contas mensais de consumo de água junto a Sabesp, algo que nós corrigimos e estamos fazendo”, afirmou.
 
 
 
 
Em português 
 
A reunião no BID, considerada a mais importante da visita dos brasileiros aos EUA, foi bastante satisfatória. Pela primeira vez nesta semana, o grupo participou de um encontro em que a língua era a portuguesa, já que especialistas do BID (em desenvolvimento urbano investimento e tecnológico, comércio, ciência e tecnologia, telecom e corporação) atuam em políticas voltadas à América do Sul, em especial para o Brasil.
 
Desinformação 
 
As notícias distorcidas, por meio de um vídeo editado e fora do contexto, relacionadas à participação do secretário da Fazenda, Peterson Ruan, na CPI da Previdência do Senado na segunda-feira, 14, demonstram como alguns comunicadores não têm qualquer compromisso com a verdade. Ao propagarem a postagem, sem se atentar ao contexto, deixaram de dizer que a nova gestão herdou dívida de R$ 1,3 bilhão em precatórios, valor impossível de ser pago em quatro anos, como definiu o Supremo Tribunal Federal (STF), em março deste ano (depois das eleições municipais de 2016), derrubando emenda constitucional aprovada pelo Congresso em 2009 que previa o pagamento de dívidas atrasadas em parcelas por até 15 anos.
 
 

 

 

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Comentários:

  1. leandro 18/08/2017 09:36

    Imparcialidade, prazer

    Não é primeira vez e, tenho certeza, não será a última que comento sobre a parcialidade desta coluna. Felizmente, ainda tem gente, como eu, que enxergo isso. Qto ao Sr. Secretário da Fazenda, basta assistir ao vídeo na íntegra, disponível no site do senado, para entender o que ele está falando.

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