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Após furto de querosene, Cumbica pediu que aviões não abastecessem no aeroporto

Por Joana Cunha e Rogério Pagnan, da Folha de SP    27/02/2018 09:38

 

Um furto de querosene de aviação que aconteceu na semana passada levou a concessionária GRU Airport, que administra o Aeroporto de Cumbica, a pedir que as companhias aéreas deixassem de encher o tanque das aeronaves em Guarulhos temporariamente. Segundo a Transpetro, responsável pelo fornecimento, o furto de combustível em um oleoduto no município foi descoberto na madrugada de domingo (25) e causou interrupção temporária no abastecimento.
 
Após a identificação do crime, a concessionária enviou um comunicado às companhias aéreas informando que foram mais de 24 horas de buscas até a identificação do problema, com duas suspensões no abastecimento. “Solicito a todas as empresas que abasteçam suas aeronaves com destino a Guarulhos na capacidade máxima em suas origens, de forma a abastecer o mínimo após o pouso” em Guarulhos, escreveu Miguel Dau, diretor de operações da GRU Airport.
 
Viajar com o tanque levando mais combustível que o necessário não é interessante do ponto de vista dos custos. O avião que viaja com tanque mais pesado precisa consumir mais combustível. O ideal seria abastecer só o necessário em cada parada, liberando peso adicional para levar outro tipo de carga.
 
Segundo Dau, o aeroporto teria combustível até segunda para manter o consumo normal de Cumbica, e o procedimento de abastecimento na origem evitaria o consumo de combustível em Guarulhos, aumentando a autonomia do aeroporto. A Transpetro diz que não chegou a acontecer vazamento, “o duto voltou a operar na manhã de domingo e o abastecimento foi restabelecido”. 
 
Procurada, a GRU Airport disse que suas operações não foram afetadas e que, quando comunicado, o aeroporto acionou imediatamente o plano de contingência para assegurar o abastecimento, que foi executado conforme o previsto por todas as empresas. O furto é investigado pelo 4º DP.
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