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Homem apontado como líder de invasão em SP tinha comércio em Guarulhos

Katia Russões    04/05/2018 10:07

 

Ananias Pereira, apontado como líder do Movimento Social Pela Moradia (MLSM), responsável pela invasão do edifício que desabou na região Central de São Paulo, na terça-feira, 1/5, foi morador de Guarulhos e manteve um comércio, no bairro Macedo. O homem chegou a participar de eventos da Prefeitura com licença para comercializar lanches em barracas.
 
Ananias estaria desaparecido desde o incêndio e, segundo familiares, neste período está recolhendo documentos que comprovem sua inocência. Em entrevista à TV Globo, a esposa do líder, informou que o casal mora com mais quatro adultos em uma casa, na Zona Norte, onde todos dividem o aluguel e trabalham em feiras na capital com barracas onde servem alimentos. A mulher explicou ainda que apesar de não morar nas ocupações que participava junto ao movimento, Ananias esperava que a ação pudesse ser positiva para futuros atos políticos.
 
Ananias manteve um bar em 2010, na rua do Rosário, ao lado da faculdade Anhanguera. O local foi também sua residência durante o período. Além do comércio a famílias já trabalhava com barracas onde vendiam lanches e chegaram a participar de eventos populares na cidade como desfile de carnaval.
 
A prefeitura de São Paulo ainda não divulgou o número exato de famílias que vivam edifício Wilton Paes de Almeida, mas estima-se o número de 120, que permanecem na praça em frente ao prédio, onde as pessoas aguardam por novas informações e recebem ajuda de servidores públicos e voluntários. Além disso, 49 pessoas que estavam cadastradas pela prefeitura seguem desaparecidas.
 
O Corpo de Bombeiros trabalha com o número de 4 pessoas desaparecidas. Um homem, que estava sendo resgatado no momento em que o prédio desabou, uma mulher, identificada como Selma Almeida da Silva, e seus dois filhos gêmeos.
 
Em uma rede social o Corpo de Bombeiros informou na manhã desta sexta-feira, 4/5, que os trabalhos de remoção de escombros seguem de uma forma mais ágil com o emprego de quatro máquinas pesadas, que afastam o material para ajudar nas buscas. “As equipes de Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas (BREC) continuam apostos caso haja a necessidade de intervenção”.
 
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