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Com motor 1.0 ou 1.6, Novo VW Polo vai bem a partir de R$ 51 mil

Ernesto Zanon - Especial para o GuarulhosWeb    01/07/2018 09:48

 

No mercado desde o final do ano passado, aos poucos, o Novo Polo, hatch Premium da Volkswagen que fica exatamente entre o Gol e o Gol roubando o espaço do Fox, vai ganhando as ruas brasileiras. Inicialmente, o carro chamou a atenção pelo alto nível de conteúdo embarcado, principalmente na versão top que – curiosamente – tem motorização 1.0, porém com o fantástico TSI (um dos melhores turbos disponíveis). 
 
Mas nem só do “200 TSI (Comfortline ou Highline, que chega perto dos R$ 75 mil)” vive o Novo Polo. Além desta versão top, já avaliada pelo GuarulhosWeb, o portal desta vez teve a oportunidade de conhecer, durante 20 dias de avaliação, o 1.0 e o 1.6 MSI. Mais baratas – o primeiro parte de R$ 51 mil e a outra de R$ 56,4 mil -, ambas dão conta do recado e demonstram que o compacto Premium da VW tem argumentos de sobra para conquistar o consumidor que buscar um carro econômico, com ótimo espeço interno e com bons níveis de equipamentos embarcados. 
 
Diferente do TSI, que conta com câmbio manual, as duas versões são equipadas com transmissão manual de cinco marchas, a MQ 200, considerada uma das melhores produzidas pela Volkswagen e referência no mercado. Compacta e leve, oferece excelente precisão e suavidade nos comandos.
 
Primeiro, o GuarulhosWeb avaliou o 1.6 MSI durante uma semana. Equipado com o motor Total Flex de 1.598 cm³ de cilindrada da família EA211, com quatro cilindros e 16 válvulas (4 válvulas por cilindro), ele tem  potência máxima é de 117 cv (86 kW) com etanol e 110 cv (81 kW) com gasolina a 5.750 rpm, com torque máximo de 162 Nm (16,5 kgfm) com etanol e 155 Nm (15,8 kgfm) com gasolina, ambos a 4.000 rpm. Durante a avaliação, muita tranquilidade tanto na cidade como na estrada, apresentou desempenho bastante satisfatório, com consumo chegando perto dos 14 km/l de gasolina na estrada e na faixa dos 10 km/l quando abastecido com etanol.  
 
Substituição
 
Logo em seguida, a VW substituiu o modelo avaliado pela versão de entrada, equipada com o 1.0, terceiro motor da família EA211, mas com três cilindros. Também combinado ao câmbio manual de 5 marchas, tem 999 cm³ de cilindrada, quatro válvulas por cilindro. Apesar da potência máxima ser de 84 cv (62 kW) com etanol a 6.350 rpm e de 75 cv (55 kW) a 6.250 rpm com gasolina, o desempenho também se revela bastante satisfatório. 
 
Lógico que apresenta as limitações naturais de um 1.0, mas nada que comprometa para quem precisa de um carro para a cidade, já que ele tem ótimos números em relação à economia (chega a fazer perto de 13 km/l de gasolina no tráfego urbano). Na estrada, mesmo utilizando ar condicionado, vai bem numa viagem com dois ou três a bordo, fechando com um gasto perto dos 13 km por litro de etanol. Não perde muito nas retomadas, sendo necessário alguma redução de marcha de quinta para quarta, por exemplo, somente em situações extremas (quase uma exceção), para quem se contenta em respeitar os limites máximos de velocidade e não avançar dos 120 km/h no velocímetro. 
 
Uma das vantagens dos veículos apresentados como Premium é o número de equipamentos de série embarcados. Com o Polo não é diferente. Traz itens que procuram atender as expectativas dos clientes, conforme resultados de clínicas. Todas as versões trazem direção com assistência elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas (os dianteiros possuem função “um-toque” para fechamento e abertura), travas elétricas, faróis de dupla parábola e chave tipo “canivete” com controle remoto.
 
Também estão incluídos de série computador de bordo, para-sóis iluminados para motorista e passageiro, tomada de 12V no console central, suporte para celular no painel com entrada USB para carregamento, regulagem de altura para o banco do motorista, entre outros.
Para as versões 1.0 e 1.6 MSI estão disponíveis dois pacotes de opcionais: o primeiro, “Connect”, inclui sistema de infotainment Composition Touch, I-System, volante multifuncional, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) e roda de liga leve de 15” “Viper” com pneus 185/65 R15. O segundo pacote, “Safety”, traz o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC).
 
No design, tanto o 1.0 como o MSI 1.6 são bem parecidos. Tanto interna como externamente, difícil saber qual é um e qual é outro, se não por detalhes que passam despercebidos pela maioria das pessoas. Vale ressaltar que o Novo Polo é um modelo global que chega ao mercado nacional com design dianteiro exclusivo, inspirado em pesquisas com clientes brasileiros e com foco na regionalização dos produtos Volkswagen.
 
O carro tem proporções são dinâmicas, com silhueta bem mais alongada, porque a distância entre-eixos, comprimento externo e largura cresceram, enquanto a altura continuou praticamente a mesma. O resultado é um carro compacto com design expressivo. São 4.057 mm de comprimento, com 2.565 mm de entre-eixos, 1.751 mm de largura e 1.468 mm de altura. Com a maior distância entre-eixos foi possível o deslocamento das rodas mais para as extremidades e, consequentemente, encurtar os balanços, o que dá ao carro uma imagem muito mais esportiva. São 804 mm no balanço dianteiro e 688 mm no balanço traseiro.
 
Em relação ao modelo anteriormente fabricado e vendido no Brasil, o Novo Polo ganhou em comprimento (167 mm), entre-eixos (100 mm) e largura (100 mm), ficando 21 mm mais baixo. As bitolas estão maiores, agora de 1.524 mm na dianteira e 1.501 mm na traseira. O coeficiente de forma (Cw) é 0,333, tornando o Novo Polo uma referência em seu segmento.
 
 
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