Guarulhosweb
WhatsApp:(11) 9 4702.3664

Chegada do corpo de Mr. Catra causa confusão em velório de motociclista morto no domingo

Redação Guarulhosweb    10/09/2018 12:19

 

A família do motociclista João Paulo Bergolato, de 32 anos, que morreu neste domingo, 9/09, após colidir com sua moto contra um ônibus, acusa a empresa Atendimento Especial ao Esquife (Aespe) de ter apressado o fim do velório para receber o corpo de Mr. Catra, cantor de funk vítima de câncer gástrico também no domingo, e que foi levado à Aespe para conservação. A empresa nega.
 
O acidente com o motociclista aconteceu por volta das 6h, no encontro das avenidas Monteiro Lobato e Otávio Braga de Mesquita, no Macedo. João Paulo trabalhava como confeiteiro em um hotel na região e voltava do trabalho quando sofreu o acidente. Segundo a família, o corpo foi levado para a Aespe, onde deveria passar por um processo de conservação e, no mesmo local, aconteceria o velório. Os familiares dizem que funcionários da empresa teriam afirmado que a família deveria deixar o local por conta da chegada de corpos vítimas de meningite. Pouco tempo depois, eles teriam recebido a informação de que o corpo do funkeiro seria transferido para o mesmo local, e que era isso o que estaria impedindo o acesso e a realização do velório de Bergolato. Após insistência por parte dos parentes, eles teriam conseguido permanecer no local.
 
“O corpo só foi liberado para velar meia-noite e com uma maquiagem mal feita, pois passaram o Mr. Catra na frente. Um total descaso com a nossa família”, contou Whinie Belotti, irmã da vítima.
 
Procurada pelo GuarulhosWeb, a Aespe deu outra versão sobre o ocorrido. A empresa afirma que o corpo de João Paulo Bregolato foi recebido às 21h de domingo para proceder a conservação (embalsamamento), com o velório agendado para a meia noite desta segunda-feira, 10/9, e encerramento às 7h do mesmo dia. “A família chegou no mesmo horário que o corpo, e ficou aguardando o termino do serviço. O corpo foi velado em nossa empresa sem tumultos”, diz trecho da nota enviada à reportagem.
 
Com relação ao corpo de Mr. Catra, a Aespe não informou o horário da entrada, mas afirmou que foi feita a conservação e, em seguida, o artista foi removido diretamente para o Cemitério e Crematório Primaveras, aonde acontece o velório reservado para a família antes do translado para o Rio de Janeiro.
 
copyright guarulhosweb

 

 

Insira seu comentário

Todos os comentários e opiniões expressas são de inteira responsabilidade dos autores.

Comentários:

  1. Anônimo 11/09/2018 22:48

    Descaso total

    Tremenda falta de respeito com a família Bateram o caixão, retiraram do local com o caixão aberto, não foi dada a menor importância ao sentimento e o delicado momento que a família estava passando. Merecem um processo.

  2. Lisley 10/09/2018 19:09

    Indignada

    Sem coração, fomos tratados como um NADA, ninguém se importou com a nossa dor, apenas queriam que saíssemos para que o dinheiro mais uma vez prevalecesse. Administração do lugar péssima AESPE sem consideração as pessoas.

  3. Luciana 10/09/2018 14:21

    Empresa sem nenhuma consideração pela família enlutada. O velório só aconteceu no espaço da ALESP porque a família exigiu seu direito de permanecer ali. Eu estava presente e vi a pressão que foi feita para que mudassem de local. Atendimento vergonhoso!

Insira um comentário