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Sobe para três o número de detidos pelo roubo do ouro no Aeroporto de Guarulhos

Redação Guarulhosweb    29/07/2019 10:05

 

Mais duas pessoas foram levadas para o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (DEIC) na madrugada desta segunda-feira, 29/07, acusadas pelo envolvimento no crime milionário que aconteceu no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na última quinta, 25/07. Dos dois presos nesta madrugada, apenas o funcionário de um estacionamento permaneceu detido. Até o momento são três suspeitos presos.
 
O proprietário e um funcionário de um estacionamento, onde foram localizadas duas caminhonetes usadas pelos criminosos durante a fuga, foram ouvidos no Deic. O dono do estabelecimento foi liberado por volta das 3h. O funcionário foi detido em flagrante portando um carregador de fuzil contendo 31 projéteis calibre .762mm. 
 
Funcionário é detido após inconsistência no depoimento
Duas pessoas já estavam presas. Peterson Patrício, de 33 anos, é o homem que aparece nas imagens desembarcando do veículo com os criminosos. Ele é funcionário da Brinks e a versão de que ele e a família haviam sido sequestrados no dia anterior ao assalto foi contestada pelos policiais que investigavam o caso.
 
Segundo a Juíza Ana Carolina Miranda de Oliveira, durante o trajeto feito pelo funcionário, houve inconsistência nas informações. Ele teria pedido para retornar à delegacia, onde confessou ser o responsável por fornecer as informações para a quadrilha. Ele teria dito à polícia que esta não era a primeira vez que o grupo se organizou para realizar o crime. 
 
Entenda o caso
O Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (DEIC) investiga uma quadrilha acusado pelo roubo de 720 quilos de ouro que ocorreu no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na última quinta-feira, 25. Os criminosos usaram duas viaturas clonadas da Polícia Federal para cometer o crime. 
 
Logo após o roubo, um funcionário do Terminal de Cargas do aeroporto, disse à polícia que foi sequestrado um dia antes e levado para casa, onde sete pessoas da família foram mantidas reféns. Ele teria ajudado os criminosos sob ameaça.
 
Por volta das 14h30, o grupo entrou no terminal e obrigou funcionários a colocar a carga de ouro nas duas viaturas falsas. Eles fugiram até a Vila Jacuí, onde colocaram a carga em outros veículos e seguiram até a cidade de Guararema, onde a carga foi novamente embarcada em outros veículos.
 
 
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