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Dona do ouro roubado quer recuperar valor e Brinks suspende operações em aeroportos

Foto: Reprodução TV Globo    30/07/2019 10:56

 

A empresa canadense Kinross, proprietária de parte dos 718,8 kg de ouro roubado no terminal de cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na última quinta-feira, 25/07, informou que tem a expectativa de que o valor seja coberto pela seguradora do provedor de transporte do ouro, a empresa Brinks. 
 
O metal foi extraído de uma mina de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, pela empresa Kinross. A mina é uma das maiores do Brasil. No ano passado, ela bateu recorde de produção: 14,7 toneladas de ouro. A informação foi divulgada pelo site G1. 
 
A Brinks afirmou em um comunicado aos clientes que "as autoridades de alguns aeroportos do país estabelecem restrições ao emprego de vigilância armada", por este motivo, “não tem autonomia para definir as condições em que determinadas operações são realizadas".
 
Ainda no comunicado, a empresa esclarece que por conta do aumento das atividades criminosas do país, “e vê obrigada a interromper temporariamente suas operações em determinados aeroportos", a Brinks não esclarece se o Aeroporto de Guarulhos está nesta lista. O GuarulhosWeb entrou em contato com a empresa, até o fechamento da matéria nenhuma resposta foi encaminhada. 
 
Entenda o caso
O Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (DEIC) investiga uma quadrilha acusado pelo roubo de aproximadamente 720 kg de ouro que ocorreu no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na última quinta-feira, 25. Os criminosos usaram duas viaturas clonadas da Polícia Federal para cometer o crime.
 
Logo após o roubo, um funcionário do Terminal de Cargas do aeroporto, disse à polícia que foi sequestrado um dia antes e levado para casa, onde sete pessoas da família foram mantidas reféns. Ele teria ajudado os criminosos sob ameaça.
 
Por volta das 14h30, o grupo entrou no terminal e obrigou funcionários a colocar a carga de ouro nas duas viaturas falsas. Eles fugiram até a Vila Jacuí, onde colocaram a carga em outros veículos e seguiram até a cidade de Guararema, onde a carga foi novamente embarcada em outros veículos.
 
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